31 Janeiro 2012
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O Sindicato-APEOC recebeu esta semana NOTA DE REPÚDIO da Comunidade Educativa da Escola Beni Carvalho e Barão de Aracati, onde lamentam e repudiam ato unilateral da Direção da Escola Profissional Elsa Maria Porto de Aracati que removeu verbalmente a professora efetiva Melisa Helena Porto daquela escola.
A professora faz parte do quadro da Escola em referências desde a sua fundação, sendo uma profissional exemplar cumpridora de seus deveres.
A professora foi uma das poucas daquela escola, que aderiu a última greve dos professores do Estado do Ceará.
Os motivos alegados pelo núcleo gestor é que a professora teve muitas licenças, o que não justifica, pois todas as licenças foram devidamente documentadas e aprovadas pelo ISSEC órgão a que compete esses casos, vale ressaltar que a licença devidamente documentada é um direito constitucional de todo trabalhador brasileiro.
O Sindicato-APEOC e os docentes da região estão preocupados com a situação, uma vez que o ato abre precedente perigoso para a democracia de nosso país que é pautada na liberdade de expressão e nos direitos constitucionais dos cidadãos.
Diante dessa situação o Sindicato-APEOC recebeu uma comissão composta por representantes de base do Sindicato-APEOC em Aracati e a própria Professora Melissa.
De pronto, Diretores do Sindicato-APEOC se deslocaram até a SEDUC para reunião com Coordenaria de Gestão de Pessoas, Marta Emilia e representante da célula das Escolas profissionais da SEDUC, que atendendo nossa reivindicação informou que a professora deve retornar para Escola Profissional Elsa Maria Porto e que qualquer processo de remoção só pode ser formalizado a partir que o Superintendente das Escolas profissionais local ouvir todas as partes envolvidas no processo: professora, alunos, Direção e Conselho Escolar.
O Sindicato-APEOC também recebeu documentos acerca da gestão da escola que foram encaminhados à SEDUC para que haja a devida apuração dos fatos relatados.
Por fim o Sindicato-APEOC manifesta total apoio a professora Melisa e disponibilizará apoio político sindical e até jurídico se o caso assim exigir, contudo tanto a professora Melisa quanto o Sindicato-APEOC aposta que o bom senso prevaleça.



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