Nenhum Governo deve esquecer trabalhador: Civil ou Militar

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Editorial do Programa Educação em Debate – coordenação Sindicato – APEOC

Estamos testemunhando o despontar de um novo horizonte nas lutas sindicais das entidades representativas de todas as categorias de trabalhadores civis e militares e pelo que se vislumbra não há perspectivas de retrocesso nessas lutas trabalhistas. Os novos tempos, impulsionados pelas redes sociais de comunicação, reduzem distância e palavras de que pode, virtualmente, acontecer ou fazer acontecer e de imediato mostrar ao mundo que o processo neoliberal das relações entre capital e trabalho está fracassando.

Com isso uma nova época está acontecendo e redirecionando o modo operante de se conquistar algo reivindicado pela classe trabalhadora, a exemplo dos educadores cearenses em defesa de uma educação com melhoria do ensino e profissionais valorizados.

Nos últimos meses, em nosso Estado, não somente o Sindicato – APEOC foi capaz de persistir na luta que havia preestabelecido através de planejamento pautado em reivindicações justas e coerentes dos professores e dos servidores na rede pública de ensino da Educação Básica. Assim também fizeram outras entidades em ações semelhantes.

Sem enumerar avanços nem conquistas materializadas, celebra o Sindicato – APEOC mais um passo na construção da cidadania, quando, durante 63 dias de greve, em 2011, não cedeu às pressões de governo nem às decisões judiciais que tornaram a paralisação ilegal. Com comando democrático e transparente foi à mesa de negociação e conquistou o que foi possível em favor dos seus associados. Ainda não está satisfeito, pois ainda tem muito a fazer. A luta por uma educação com ensino de qualidade e profissionais valorizados ainda vai persistir com o mesmo espírito de unidade e de fortalecimento dos trabalhadores, ativos e aposentados.

Essa unidade e fortalecimento das classes de trabalhadores são fundamentais ao sucesso das lutas que se presume acontecer ao longo deste Novo Ano de 2012. A luta vai continuar com a mesma intensidade em defesa do piso nacional de salário com repercussão nos planos de carreira; da valorização dos profissionais da educação; do não desistir de conquistar e da manutenção do que já foi conquistado. A construção coletiva não é subordinação, é complementação do que deseja o Sindicato – APEOC para a educação com qualidade e melhoria do ensino da escola pública.

A luta unificada dos educadores pode e deve romper o individualismo dos governantes públicos, dos partidos e dos políticos. Pode somar forças em defesa de uma sociedade igualitária e solidária. Sem renúncia de direito. Daí serem necessários gestores públicos com visão direta à valorização dos funcionários públicos e demais trabalhadores civis e militares.

E não devemos esquecer: “sem educação não há cidadania”.

Editorial do Programa Educação em Debate – coordenação Sindicato – APEOC.

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Nenhum Governo deve esquecer trabalhador: Civil ou Militar

 

Editorial do Programa Educação em Debate – coordenação Sindicato – APEOC

 

Estamos testemunhando o despontar de um novo horizonte nas lutas sindicais das entidades representativas de todas as categorias de trabalhadores civis e militares e pelo que se vislumbra não há perspectivas de retrocesso nessas lutas trabalhistas. Os novos tempos, impulsionados pelas redes sociais de comunicação, reduzem distância e palavras de que pode, virtualmente, acontecer ou fazer acontecer e de imediato mostrar ao mundo que o processo neoliberal das relações entre capital e trabalho está fracassando.

 

Com isso uma nova época está acontecendo e redirecionando o modo operante de se conquistar algo reivindicado pela classe trabalhadora, a exemplo dos educadores cearenses em defesa de uma educação com melhoria do ensino e profissionais valorizados.

 

Nos últimos meses, em nosso Estado, não somente o Sindicato – APEOC foi capaz de persistir na luta que havia preestabelecido através de planejamento pautado em reivindicações justas e coerentes dos professores e dos servidores na rede pública de ensino da Educação Básica. Assim também fizeram outras entidades em ações semelhantes.

 

Sem enumerar avanços nem conquistas materializadas, celebra o Sindicato – APEOC mais um passo na construção da cidadania, quando, durante 63 dias de greve, em 2011, não cedeu às pressões de governo nem às decisões judiciais que tornaram a paralisação ilegal. Com comando democrático e transparente foi à mesa de negociação e conquistou o que foi possível em favor dos seus associados. Ainda não está satisfeito, pois ainda tem muito a fazer. A luta por uma educação com ensino de qualidade e profissionais valorizados ainda vai persistir com o mesmo espírito de unidade e de fortalecimento dos trabalhadores, ativos e aposentados.

 

Essa unidade e fortalecimento das classes de trabalhadores são fundamentais ao sucesso das lutas que se presume acontecer ao longo deste Novo Ano de 2012. A luta vai continuar com a mesma intensidade em defesa do piso nacional de salário com repercussão nos planos de carreira; da valorização dos profissionais da educação; do não desistir de conquistar e da manutenção do que já foi conquistado. A construção coletiva não é subordinação, é complementação do que deseja o Sindicato – APEOC para a educação com qualidade e melhoria do ensino da escola pública.

 

A luta unificada dos educadores pode e deve romper o individualismo dos governantes públicos, dos partidos e dos políticos. Pode somar forças em defesa de uma sociedade igualitária e solidária. Sem renúncia de direito. Daí serem necessários gestores públicos com visão direta à valorização dos funcionários públicos e demais trabalhadores civis e militares.

 

E não devemos esquecer: “sem educação não há cidadania”.

 

Editorial do Programa Educação em Debate – coordenação Sindicato – APEOC.