Sindicato APEOC defende plano de carreira para funcionário de escola

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A luta do Sindicato – APEOC em defesa da implantação da carreira dos funcionários públicos das escolas, na rede pública de ensino, obteve pleno sucesso, na última quarta-feira, dia 30, na Assembleia Legislativa do Ceará, com a realização de uma audiência convocada pela Comissão de Educação, atendendo pedido do Sindicato – APEOC, inclusive, foi também convidada pelo Sindicato – APEOC a professora Maria Isabel Noronha, integrante da equipe que executa as diretrizes da proposta nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, em favor desse plano de carreira dos funcionários de escolas na Educação Básica.

Para o Sindicato – APEOC, o funcionário da escola integra o corpo que educa, não na função específica do professor em sala de aula, mas educa no contato direto com o aluno no ambiente escolar, portanto, contribuindo com a educação da criança e do adolescente.

Por outro lado, entende a CNTE que são objetivos desse Plano de Carreira implementar políticas de estímulo à formação profissional dos que trabalham nos serviços de apoio educacional no contexto da escola na Educação Básica. Portanto, ser funcionário de escola é ser um profissional educador. Então porque deixar de merecer um plano de carreira funcional dentro da sua categoria?

O Conselho Nacional de Educação já instituiu o Serviço de Apoio Escolar como área de formação técnica profissional. Depois surgiu a Emenda Constitucional Nº 53, considerando o funcionário da escola educador, mediante formação específica.

Esse caminho, segundo entendimento da direção do Sindicato – APEOC não pode ser interrompido. Muito pelo contrário, deve ser estimulado por todos os segmentos sociais em defesa de uma educação com qualidade.

A luta da CNTE/Sindicato – APEOC em defesa da valorização profissional do funcionário da escola é irreversível, e, tanto isso é verdadeiro que a professora Isabel Noronha, convidada do Sindicato – APEOC, disse aos que estavam na audiência do dia 30, que há necessidade de uma mobilização nacional dos trabalhadores em educação em favor do plano de carreira; disponibilidade de mais concursos públicos para funcionários; e, investimentos nos meios que possam oferecer cursos superiores direcionados para o funcionalismo da escola básica.

Isso é valorizar a educação através do potencial humano.

Editorial do Sindicato – APEOC.