12 Março 2010
Em editorais anteriores a este, o Sindicato – APEOC tem afirmado e reafirmado propósito de não silenciar diante a insensibilidade do governador Cid Gomes, silenciando resposta a compromisso seu, a exemplo de: constituir uma comissão para adequar o Plano de Cargos, Carreiras e Salários do Magistério da Educação Básica à lei do piso nacional de salários dos professores; segundo exemplo, implantar a progressão horizontal de 2009. Implantação que deveria ter ocorrido em setembro do ano passado, portanto, devendo até hoje.
Como tem compromisso com os professores, o Sindicato – APEOC voltou a cobrar do deputado Nelson Martins, líder de Cid Gomes, na Assembléia, a promessa formal do seu governador assumida, novamente, em fevereiro, quando do retorno ou do início dos trabalhos da Assembléia Legislativa em 2010.
Em 2009, o governo Cid Gomes assumiu, formalmente, com o Ministério Público e com o Sindicato – APEOC, compromisso de adequar o PCCS à lei do piso e de implantar a progressão horizontal.
O Sindicato – APEOC fez a sua parte, entregou proposta sugestiva ao governo do Estado, através da Secretaria de Educação, do presidente da Assembléia Legislativa e do líder do governo no Poder Legislativo. Infelizmente, o Sindicato – APEOC ainda não recebeu qualquer resposta do Senhor Governador.
Então por que o governador não respeita um simples compromisso assumido com os professores e mantém o silêncio como resposta?
O Sindicato – APEOC já afirmou que não desistirá de cobrar nem vai silenciar até que o governador Cid Gomes venha a público explicar o porquê de ter prometido ou o porquê do ter desistido de resgatar o compromisso assumido em 2009, durante o último período de greve da categoria.
O piso nacional de salário da Educação Básica, Senhor Governador, sem adequação do PCCS é lei morta, impossibilidade de gerar aquilo que o professor deseja e necessita na escola para implementar a melhoria no ensino na rede pública.
Governador Cid Gomes, sem investimento na educação, no ensino e no professor não teremos escola de qualidade.
Editorial do Sindicato – APEOC.
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