04 Fevereiro 2012
Durante toda esta semana, diversas categorias de servidores da prefeitura de Fortaleza, paralisaram suas atividades por três horas durante o dia. Segundo as lideranças sindicais, as dificuldades de negociação com a prefeita Luizianne Lins arrastam os trabalhadores a uma greve geral. Situação que não desejam os servidores municipais, no entanto, única perspectiva à vista. A insensibilidade dos gestores para com o pagamento de salário justo é inconcebível. Situação diferente nos momentos de gastança com o dinheiro público.
O ano de eleições municipais começou agitado pelo estado de greve decretado pelos servidores municipais. Na Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC), no Instituto Doutor José Frota (IJF) e no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já houve paralisações, enquanto a Guarda Municipal e os Agentes Comunitários de Saúde já fizeram manifestações de alerta.
Mesmo sem greve oficial decretada, a população já pode sentir o reflexo das reivindicações com a interrupção de serviços e bloqueios de trânsito, por exemplo. O IJF só realizou atendimentos de urgência e o Samu operou com frota reduzida para 30% do total.
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